O que penso,o que sinto , o que gosto e o que não gosto, o que a televisão diz, o que a internet mostrou. Está tudo aqui! Do jeito que eu vi =3
Abrindo a caxinha de pandora....
Então em um só blog, vou abordar tudo o que penso... pois nada é lixo, tudo pode ser no mínimo reciclável e discutível.
Fiquem a vontade :*
Sou eu!
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
sexta-feira, 15 de julho de 2011
terça-feira, 17 de maio de 2011
Vamos pra rua
Cante a liberdade
É hora da chuva
Não há mais medo do amanhã
Vamos com o vento
Que caia o toró
Sigamos as trilhas
Sem terapias
Quero que encontre os aromas do viver
De cada cortina
As mais belas se vão
Surgem as novas
Queiramos ou não (TALVEZ QUEIMARÃO)
Todas as coisas
Que rasguem, que molhem
Nossos amados
Que choram e morrem
A cada dia irão renascer
Incerta é a hora
de irmos embora
Rumos suspeitos
Ditos perfeitos
Amargos caminhos
De tanto já idos
Se cansam e mudam
Parecem tão vivos
Seguirás o que lhe restar, se encontrar
Ainda que logo
Tu possas partir
Não haverá
O que ressentir
Te amarei mesmo sem existir
(Stênio Biazon / Caio Augusto Leite)
quinta-feira, 21 de abril de 2011
domingo, 27 de março de 2011
garoto
quarta-feira, 23 de março de 2011
Você é ético?
Parece uma pergunta fácil de responder para você?
Alguns precipitados provavelmente responderão sem pensar :
“sim, sempre procuro fazer o que é correto” ; “não, cometo muitos erros”; “depende do momento”
Bom, se ética é o bom costume generalizado, não podemos ser bom só as vezes e como não somos perfeitos, não, não somos éticos.
Essa linha de pensamento surgiu quando eu estava fazendo uma redação para o objetivo. Seguiam-se dois textos, o primeiro falava que “colar” nas provas é diretamente proporcional com a corrupção no país, que como pode se ensinar cidadania se os próprios professores faltam nas aulas; o segundo apontava a falta do ensino ético nas escolas, inibindo o pensamento coletivo, ou seja, somos mais preparados para projetar o sucesso individual.
Então ele dava o tema da redação: “ A escola deve ocupar-se em ensinar as matérias tradicionais ou priorizar cidadania e ética?
Bem, eu pensei no meu texto sendo corrigido em um vestibular e me esforcei em escrever de modo correto e “ético”. O problema vem agora: na hora que li o texto não conseguia achar ele bom , parecia tudo ok, tudo sensato, falei de um estudo integrado entre os dois elementos... mas ainda assim algo me incomodava.
Foi quando eu percebi que o que estava me incomodando era o fato de eu não conseguir concordar com o que eu tinha acabado de escrever.
“um vestibulando não obterá sucesso se não se mostrar íntegro” Será mesmo? Ele Pode passar se colar e não ser pego, ele pode ser promovido no emprego se puxar o tapete de alguém, ele pode obter todo o sucesso possível.
Claro que sou a favor de uma sociedade justa, mas na prática, abrindo bem meus olhos é tão mais fácil aceitar que o mundo é dos espertos. Como meu primo diz: quem está no poder é justamente quem não merece.
Sempre teremos alguém que tire vantagem dos outros, e se isso é natural do ser humano, como podemos querer a ética? Isso é tão ilusório. Podemos evitar de subir em cima dos outros descaradamente, mas jogos de cintura sempre serão praticados.
Por fim, em um vestibular, eu devo ser muito sincera com a minha opinião e talvez e desagradar o corretor por ser “grosseira”, ou ser antiética em mentir e defender os bons costumes acima de tudo?
Devo ter sido educada para pensar no sucesso individual, acho também que perderia a vaga na faculdade.
domingo, 27 de fevereiro de 2011
minha vida, minha felicidade...

domingo, 20 de fevereiro de 2011
sábado, 19 de fevereiro de 2011

não é uma boa metáfora né? na verdade, é uma história muito triste.
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Você se sente vivo?
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Chuva....
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
você existe?
mas como sabe que é real?
isso te faz real o bastante para eu acredita que está aí mesmo? posso estar sonhando você, posso estar te projetando.
eu não sei se existo. para falar a verdade, pareço mais com um sonho...
não é engraçado! não ria de mim!
ok, posso estar em um breve devaneio, mas ...
deixa para lá!
(olha para a janela e expia o horizonte, com um certo medo de que nada, nada disso seja real)